domingo, 29 de maio de 2011

Conversando com Deus

Para começarmos bem a semana, deixo a dica do filme que acabei de assistir pela 3ª vez, e que,  pela 3ª vez me emocionei e chorei.
Que todos possamos OUVIR o que Deus está sempre tentando nos dizer e acima de tudo, compreender que ele nunca nos abandona.
Todos temos a vida que determinamos e a única coisa que Deus quer de nós é a nossa felicidade.
Confiram o filme no link:
Link direto: http://www.lema.not.br/novo.php?id=100201160533

UMA ÓTIMA semana!!!!

I Seminário Regional do Servidor Público

Sucesso absoluto,objetivos alcançados, público satisfeito e organizadores emocionados, essa  é a conclusão final desse magnífico seminário.
Se fosse comentar a respeito dos assuntos abordados, iria me estender muito, mas posso afirmar que foram todos de muita valia e abordados por pessoas de muito conhecimento na área que palestraram.  Digo mais, os palestrantes além do conhecimento dos assuntos, são pessoas com muita didática para os transmitir.
Parabéns Mariza e a toda sua equipe, pelo maravilhoso evento!

Imagens do evento:

Abertura Oficial









Dr.Arlindo Disconzi - Palestra "Qualidade de  vida"



   
  Prof. Rodrigo D. Smolareck - palestra " Motivação no ambiente de Trabalho"








Auditório lotado

Servidoras Municipais de Nova Esperança do Sul participantes do evento, juntamente com a Presidente do Sindicato dos Municipários de Santiago, Marisa Ourique, anfitriã.

PARABÉNS! OBRIGADA PELO CONVITE E PELA ACOLHIDA!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

O Tolo

Conta-se que numa pequena cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado de pouca inteligência, que vivia de pequenos biscates e esmolas. Diariamente eles chamavam o bobo ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas, uma grande de 400 réis e outra menor, de dois mil réis. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos. Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
- Eu sei - respondeu o não tão tolo assim - ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda.
Pode-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
A primeira: quem parece idiota, nem sempre é.
Dito em forma de pergunta: quais eram os verdadeiros tolos da história?
Outra conclusão: se você for extremamente ganancioso, acabará por estragar sua fonte de renda.
Mas a conclusão mais interessante, a meu ver é a percepção de que podemos estar bem mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito. Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas o que realmente somos!
Autor Desconhecido

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Nada que possa sair de uma língua ferina pode ser maior do aquilo que está DENTRO DO SEU CORAÇÃO!

terça-feira, 24 de maio de 2011

A Elegância do Comportamento

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.
É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.
É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam.
E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas no boca a boca.
É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.
Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.
É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.
Sobrenome, jóias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.
Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
Educação enferruja por falta de uso.
"LEMBRE-SE de que colheremos, infalivelmente aquilo que houvermos semeado.

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Eu amo pessoas elegantes, acho que todos gostaríamos de estar sempre na presença de uma.
Como é reconfortante estarmos num lugar desconhecido e nos depararmos com alguém solidário, simplesmente ajudando a carregar sua mala!!!
Alguém que não nos conhece, mas mesmo assim se dispõe a nos ouvir, sem questionar...
Alguém que, ao receber nossa visitinha rápida, pára tudo e se detém, mesmo que por alguns minutos a nos dar atenção...
Alguém que nos conforta, seca nossas lágrimas apenas com um abraço...
Alguém que nos conhece e sabe ler em nossos olhos os momentos em que precisamos de um colinho, um chamego...
Enfim, é tão simples sermos elegantes e que, talvez por isso, poucos ainda fazem questão de ser.

domingo, 22 de maio de 2011

Deus não vai perguntar

Esta mensagem foi lida hoje no "Momento de Reflexão", do programa Sinuelo do Pampa (http://www.radionovaesperanca.fm.br/), na Rádio Nova Esperança FM.
Acho a mensagem muito LINDA, para mim traduz o que penso e o que vivo me questionando. Talvez para muitos, seja piegas, mas... como costumo dizer quando converso com as pessoas, prefiro ser Piegas, fora de moda, antiquada... mas é como prefiro ser!
No final de cada dia, quando ponho minha cabeça no travesseiro, o acerto de contas é de MIM para Comigo e DEUS e ninguém mais.
Para mim, nada pior do que não conseguir dormir devido a algum "peso na consciência".
Não sou SANTA, se fosse estaria em outro plano, mas a cada dia faço esses questionamentos e tento encontrar as respostas, muitas vezes não é a resposta que eu gostaria, mas aí, percebo que está na hora da mudança.
Uma ótima semana a todos e muita reflexão. No final das contas será  VOCÊ COM VOCÊ e DEUS! Ninguém vai comer os frutos que você plantou para si.
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Deus não vai perguntar...

que tipo de carro você costumava dirigir,
Mas vai perguntar...
quantas pessoas que necessitavam de ajuda você transportou.

Deus não vai perguntar...
qual o tamanho da sua casa,
Mas vai perguntar...
quantas pessoas você abrigou nela.

Deus não vai fazer...
perguntas sobre as roupas do seu armário,
Mas vai perguntar...
quantas pessoas você ajudou a vestir.

Deus não vai perguntar...
o montante de seus bens materiais,
Mas vai perguntar...
em que medida eles ditaram sua vida.

Deus não vai perguntar...
qual foi o seu maior salário,
Mas vai perguntar...
se você comprometeu o seu caráter para obtê-lo.

Deus não vai perguntar...
quantas promoções você recebeu,
Mas vai perguntar...
de que forma você promoveu outros.

Deus não vai perguntar...
qual foi o título do cargo que você ocupava,
Mas vai perguntar...
se você desempenhou o seu trabalho com o melhor de suas habilidades.

Deus não vai perguntar...
quantos amigos você teve,
Mas vai perguntar...
para quantas pessoas você foi amigo.

Deus não vai perguntar...
o que você fez para proteger seus direitos,
Mas vai perguntar...
o que você fez para garantir os direitos dos outros.

Deus não vai perguntar...
em que bairro você morou,
Mas vai perguntar...
como você tratou seus vizinhos.

E eu me pergunto...
que tipo de respostas terei para dar?
Você quer ser feliz por um instante? Vingue-se.
Você quer ser feliz para sempre? Perdoe!

quarta-feira, 11 de maio de 2011

I SEMINÁRIO REGIONAL DO SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL

COLEGAS
Eis uma oportunidade ímpar para qualificação dos Servidores Públicos.
Devemos ter ciência de nosso papel, como agentes transformadores do Serviço Público.
Está em nossas mãos mudarmos a visão que a sociedade tem de nós e essa mudança começa com a nossa qualificação e interação com os colegas de outros setores e municípios.
Em muitas oportunidades, num simples bate-papo de intervalo do cafezinho, surgem idéias revolucionárias e que podem mudar todo um sistema.











VAMOS APROVEITAR A OPORTUNIDADE!

terça-feira, 10 de maio de 2011

DOAÇÃO DE ÓRGÃOS - UM ATO DE AMOR

Quinta-feira, dia 12 de maio, estarei em Santa Maria, juntamente com minha prima, acompanhando a cirurgia de seus pais, oportunidade em que minha tia fará transplante renal. Neste caso, a tia receberá o rim de um doador vivo, seu esposo, meu tio. Serão portanto, os dois em cirurgia ao mesmo tempo.
É um misto de esperança, angústia e medo.
Foi mais de um ano só de preparação: exames, consultas e muita fé.
Estamos confiantes, afinal um gesto de amor como esse não acontece todos os dias!!!
DEUS NOS ABENÇÕE....
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TRANSPLANTE RENAL


O transplante é a substituição dos rins doentes por um rim saudável de um doador. É o método mais efetivo e de menor custo para a reabilitação de um paciente com insuficiência renal crônica terminal.
A técnica cirúrgica e os cuidados do transplante renal foram bem estabelecidos como tratamento adequado para a insuficiência crônica renal a partir de 1965.
Hoje, no Brasil, aproximadamente 35.000 pacientes com insuficiência renal crônica estão em tratamento pela diálise. Destes, somente três mil conseguem ser transplantados anualmente. A razão dessa longa fila de espera se deve ao pequeno número anual de transplantes renais. No Brasil, só conseguimos transplantar 10 % dos pacientes que estão na lista de espera.
Além disso, a mortalidade em hemodiálise em todo o mundo e no Brasil é da ordem anual de 15 a 25 %. Se somarmos os pacientes transplantados (10 %) aos que morrem em hemodiálise (15 a 25 %) restam anualmente 65 a 75 % de pacientes na lista de espera. A esse grupo deve-se somar os novos renais crônicos que surgem todo o ano, em torno de 35 a 50 para cada um milhão de habitantes.

Quem pode fazer transplante renal?
Todo o paciente renal crônico pode se submeter a um transplante desde que apresente algumas condições clínicas como: suportar uma cirurgia, com duração de 4 a 6 horas; não ter lesões em outros órgãos que impeçam o transplante, como cirrose, câncer ou acidentes vasculares; não ter infecção ou focos ativos na urina, nos dentes, tuberculose ou fungos; e não ter problemas imunológicos adquiridos por muitas transfusões ou várias gestações.

Quem pode doar um rim?
Podem doar rim pessoas vivas e pessoas em morte cerebral. O doador vivo pode ser da família (pai, mãe, irmão, filhos), ou de outra pessoa relacionada com o receptor. Todos os doadores vivos devem estar em plena consciência do ato que estão praticando. Após serem examinados clínica e laboratorialmente e se não apresentarem nenhuma contra-indicação podem doar o rim.
Algumas vezes são realizados transplantes com doador vivo não relacionado, exemplo esposa (o). Nesses casos a investigação realizada é muito maior e deve haver algum grau de compatibilidade dos tecidos para não haver rejeição.
É muito importante em todo o transplante, seja de doador vivo ou não que o sangue e os tecidos sejam compatíveis. Essa semelhança evita que o sistema de defesa imunológica do receptor estranhe o novo rim e o rejeite. Para isso, são feitos exames da tipagem sangüínea (ABO) e dos antígenos dos glóbulos brancos (HLA). O HLA é um exame igual ao de paternidade e/ou maternidade.
Para o doador por morte cerebral, há uma rotina e um protocolo nacional que são seguidos rigidamente pelas equipes de transplante. Os principais passos são os seguintes:

1 Constatar a morte cerebral;

2 Afastar qualquer doença que inviabilize o transplante;

3 Reconhecer a viabilidade do órgão a ser doado;

4 Realizar as provas de compatibilidade;

5 Procurar o receptor mais parecido (compatível);

6 Enviar o órgão ao local da cirurgia do receptor.

Como se prepara um transplante de doador vivo?
O transplante de doador vivo é um processo que segue os seguintes passos:

1 São afastadas as contra-indicações de ordem física e de fundo emocional;

2 Compara-se o grupo sangüíneo do doador e do receptor que devem ser compatíveis;

3 Verifica-se a compatibilidade (HLA), semelhança entre o receptor e o doador;

4 Estuda-se o doador para verificar se pode doar sem prejuízos e se não tem alguma doença;

5 Estuda-se o receptor para verificar se não está sensibilizado para evitar crise aguda de rejeição contra o rim doado;

6 Deve-se começar antes da cirurgia o tratamento com os imunossupressores;
Esses são os passos principais, mas o transplante de rim de doador vivo ou não tem rotinas específicas de cada equipe de transplante.

Cuidados com o paciente transplantado:

Após a cirurgia, iniciam-se os cuidados médicos que vão durar para toda a vida do transplantado. Exames clínicos e laboratoriais são feitos diariamente durante os primeiros 15 a 20 dias para diagnosticar e prevenir as rejeições.
Após a alta, o transplantado faz exames clínicos e laboratoriais semanalmente, por 30 dias, depois duas vezes por mês. Os três primeiros meses são os mais difíceis e perigosos, porque é o período no qual ocorre o maior número (75%) de rejeições e complicações infecciosas.
A partir do terceiro mês, iniciam-se os exames mensais durante 6 meses. E o controle vai se espaçando conforme a evolução clínica e o estado do rim.
Nunca, sob hipótese alguma, o paciente pode interromper ou modificar a medicação, ou deixar de fazer os exames indicados. É uma obrigação para o resto da vida. Uma falha pode ser fatal. A crise de rejeição pode ocorrer a qualquer momento, mesmo após muitos anos de um transplante bem sucedido.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Sete dores que não podem esperar

Esse é um Artigo da Revista Seleções, edição de abril 2011, página 70.
As sete dores são realmente situações que nos passam desapercebidas ou que, por mais que sintamos a dor, não damos bola.
Eu fui vítima de uma entorse de tornozelo há, aproximadamente 2 anos e meio, conforme fala na reportagem, pensei: "Anda que sara", e eu andei,andei,andei... e acabei vítima da instabilidade crônica no tornozelo lesionado.
 Infelizmente, exames posteriores mostraram a ruptura (não apenas estiramento) de tendões.Foi um tratamento muito mais longo do que se tivesse procurado ajuda na hora e, o pior, com sequelas irreversíveis. Até hoje não sei o que é passar uma semana sem dor nesse tornozelo. Por isso, decidi trazer esse artigo aqui para o blog, se eu conseguir auxiliar a uma pessoa, minha intenção terá valido a pena.
Segue o artigo na íntegra: é extenso, mas vale a pena saber...
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Sete dores que não podem esperar

Problemas aparentemente pequenos podem custar a sua vida. Não permita isso.
By Stephen Fried
Para onde quer que olhe, Steve Hart, consultor tecnológico de 49 anos, vê um lembrete do risco que correu e que lhe danificou a vista. A visão antes perfeita de Hart foi prejudicada por um pequeno ponto que estará sempre fora de foco, como se visse uma imagem em 3-D sem os óculos especiais, em consequência da ruptura de retina que ele ignorou durante três dias. Se tivesse ligado para o médico na manhã de sábado em que começou a ver pontinhos flutuantes, poderia ter resolvido o problema com um simples tratamento a laser, e ele teria voltado ao trabalho na segunda-feira. Mas esperou até quarta-feira para consultar o médico, ao perder de repente quase toda a visão do olho esquerdo. Nisso, precisou de uma cirurgia que o deixou quatro semanas sem trabalhar, e a sua visão nunca mais foi a mesma.
“Quando há mudanças na visão, não hesite”, diz Hart. “Ligue para o médico onde estiver. Isso irá lhe poupar muita tristeza.”
Mas o que Hart fez – ou não fez – é alarmantemente comum. Muitos aprendem, desde a infância, que a reação dos adultos a dor, fraqueza ou transtorno emocional é ignorar e aguentar. E, com os problemas econômicos, há mais gente aguentando do que antes. Uma pesquisa recente da Kaiser Family Foundation revelou que 45% dos americanos vêm adiando os tratamentos médicos por conta da crise econômica que assola os Estados Unidos. Dizemos a nós mesmos que agir assim não traz consequências graves, que pode ser inconveniente e até doloroso mas que, no fundo, não há perigo. Só que as pesquisas revelam, cada vez mais, que suportar os sintomas traz danos irreversíveis.
Isso acontece na depressão, nas enxaquecas e até em coisas comuns, como uma entorse no tornozelo. De acordo com Jay Hertel, especialista americano em fisiologia das articulações, são muitos os que ignoram as entorses ou interrompem o tratamento antes que a lesão cicatrize, e bem comum o conselho assustador que se dá às crianças em toda parte: “Ande que sara.” Estudos recentes demonstram que, quando se torce o tornozelo, alguns receptores sensoriais dos ligamentos (que ajudam o cérebro a saber onde estão posicionados o pé e a perna) podem sofrer lesão permanente com o tratamento inadequado. Em consequência, o tornozelo perde um pouco da capacidade de se comunicar com o cérebro e de evitar novos traumatismos, e a pessoa fica vulnerável a novas lesões.
Proteja-se de sintomas incômodos, dor crônica e coisa pior.
 Eis aqui sete dores que nunca devemos ignorar – e como tratá-las.

1 A pior dor de cabeça da vida
Todos temos dor de cabeça, mas, em alguns casos, essa dor pode ser sintoma de uma emergência médica fatal, como o rompimento de um aneurisma ou um derrame.
O que fazer: De acordo com os especialistas da Clínica Mayo, “uma dor de cabeça forte e súbita como uma trovoada”, principalmente se piora mesmo com descanso e analgésicos comuns, pode ser um aneurisma – uma fraqueza na parede de um vaso sanguíneo – rompido que provocou uma hemorragia no cérebro. Isso é gravíssimo e exige cuidados médicos imediatos. A dor de cabeça acompanhada por fala arrastada ou fraqueza de um dos lados do corpo é sinal clássico de derrame, causado em geral por um bloqueio do fluxo de sangue no cérebro. Há um “período áureo” de apenas poucas horas no qual o tratamento é mais eficaz; vá para o pronto-socorro ou chame o serviço de emergência. Se a dor de cabeça piora depois de uma pequena queda ou golpe na cabeça, pode ser sintoma de um inchaço potencialmente letal do cérebro. Ligue para o médico a qualquer hora.

2 Enxaquecas
Ninguém afirma que essas dores de cabeça fortes e incapacitantes exijam providências imediatas. Mas estudos recentes fizeram achados inquietantes no caso das mulheres que têm enxaqueca com aura – distorções da percepção, geralmente visuais, como luzes que piscam e se movem em zigue-zague ou visão desfocada. Antes, essas dores de cabeça eram consideradas episódicas, “sem deixar vestígio de que tinham ocorrido”, diz Lenore Launer, Ph.D. e chefe de neuroepidemiologia do National Institute on Aging (NIA, Instituto Nacional de Envelhecimento dos Estados Unidos). Não são mais. Os estudos da Dra. Lenore no NIA verificaram que as mulheres que têm enxaqueca com aura apresentam quase o dobro de pequenas lesões no cérebro – áreas minúsculas do cerebelo com tecido necrosado – do que aquelas que não sentem dor. Ainda se estuda se essas alterações no cérebro são causa ou motivo da enxaqueca (ou alguma combinação das duas). Mas essa é mais uma razão para procurar tratamento preventivo.
O que fazer: Quem tem dores de cabeça fortes ou frequentes deveria consultar um médico capaz de oferecer os tratamentos mais modernos, e identificar e controlar os "gatilhos" que as provocam, com medicamentos capazes de impedir as crises e controlar a dor. Não há indícios de que essa abordagem previna ou diminua as lesões cerebrais, mas os especialistas acreditam que reduzem a probabilidade de as enxaquecas se tornarem crônicas. (Há quem sofra de enxaqueca durante 15 ou mais dias por mês, uma forma muito sofrida de viver).

3 Depressão
Embora muita gente considere a depressão pouco importante, os especialistas sabem que ela é um transtorno debilitante que tem de ser tratado prontamente. As pesquisas mostram que quanto mais se retarda o tratamento, mais difícil fica controlar os sintomas. E estudos recentes por imagem levaram alguns pesquisadores a acreditar que a parte do cérebro chamada de hipotálamo pode encolher em quem tem episódios múltiplos de depressão.
O que fazer: Quem vive se sentindo triste ou ansioso, com desesperança, falta de interesse no trabalho ou em passatempos, e ideias recorrentes de morte ou suicídio, deve, segundo Kay Redfield Jamison, Ph.D., professora de psiquiatria da Universidade Johns Hopkins, buscar o auxílio de psicólogos, psiquiatras e outros profissionais de saúde mental. Pelo menos, converse francamente sobre o que sente com o seu clínico geral, que saberá quando encaminhá-lo a um especialista. As decisões sobre a duração da terapia, da medicação ou de ambas só devem ser tomadas junto com o profissional de saúde, nunca por conta própria. Muita gente simplesmente para de tomar os remédios, o que pode trazer mais sofrimento ou até recaídas.

4 Entorses de tornozelo
Quem torce o tornozelo distende um ou mais dos três ligamentos principais que seguram a articulação. Se a entorse não for adequadamente tratada, as fibras desses ligamentos podem sarar em posição inadequada, encurtadas ou estiradas, deixando a vítima com tendência a novas lesões. Na verdade, até 30% dos que torcem o tornozelo passam a ter “instabilidade crônica”, o que leva a um ciclo de lesões repetidas.
O que fazer: Quem torce o tornozelo e não consegue andar nem apoiar o peso nele deve ir ao pronto-socorro para ver se há ossos quebrados ou lesão grave dos ligamentos. Se é possível andar sem dor forte, deve-se enfaixar o tornozelo com uma atadura para reduzir o inchaço e repousar.
Mantenha o tornozelo erguido durante 48 horas e, de duas em duas horas, aplique gelo por cerca de 20 minutos.
Mesmo depois de passados a dor e o edema, não se considere curado, diz o cirurgião John Kennedy, do Hospital de Cirurgias Especiais de Nova York; para ter certeza de que não haverá outra lesão, é preciso fortalecê-lo. Kennedy recomenda uma série de exercícios para melhorar o equilíbrio, como este: fique num pé só e dobre o joelho da outra perna; depois, troque de perna e repita. Comece a escovar os dentes nessa posição, como um flamingo, durante trinta segundos; vá aumentando até ficar três minutos em cada perna.

5 Pressão forte no peito
Apesar de todo o apelo nos últimos anos para levar a sério os possíveis sintomas de enfarte, um estudo da revista da Associação Médica Americana mostrou que de 40% a 50% dos que têm sintomas os ignoram por até seis horas. Infelizmente, o músculo cardíaco começa a morrer na primeira meia hora do enfarte, de acordo com o Dr. David Fischman, cardiologista intervencionista da Faculdade de Medicina de Jefferson, na Filadélfia.
O mais chocante: um estudo de pesquisadores do Hospital Presbiteriano de Nova York verificou que metade das mulheres entrevistadas não ligaria para o serviço de emergência nem que tivesse um enfarte.
Parte do problema é que muita gente acha que enfarte dói. Segundo o Dr. Fischman, o sintoma mais perigoso não é a dor, mas a pressão: “A dor aguda tem mais probabilidade de ser musculoesquelética: incômoda, mas não perigosa. O que exige atenção é o desconforto súbito no peito, como se alguém se sentasse em cima dele. Isso pode se irradiar para os braços, as costas e a mandíbula. Se ao andar ou apertar o peito a sensação piora, provavelmente não é enfarte; se a sensação permanece a mesma quando a pessoa se move, corra para o hospital.”
As mulheres devem ficar mais atentas, diz o Dr. Fischman: a probabilidade de sentir pressão no peito é menor; mas um desconforto no braço, nas costas e na mandíbula, fácil de desconsiderar, é frequente. “É fundamental ter consciência do corpo.”
O que fazer: Ligue para seu médico – ou, melhor ainda, ligue a caminho do pronto-socorro. “E mal não vai fazer”, diz o Dr. Fischman, “se você tomar uma aspirina no caminho.”

6 Dor de barriga
O mundo é cheio de dores de barriga, mas algumas não devem ser ignoradas. Podem ser sintoma de apendicite e de outras doenças potencialmente fatais.
O que fazer: A dor de barriga aguda que piora com o movimento ou que faz a pessoa acordar de um sono profundo pode significar um problema perigoso, como apendicite ou mesmo uma crise de vesícula ou cólon, diz o Dr. Lawrence R. Schiller, do Centro Médico da Universidade Baylor.
Se a dor é acompanhada de febre, edema ou sensibilidade ao toque; vômitos, diarreia ou prisão de ventre; mudança da cor da urina ou amarelamento da pele ou do branco do olho, entre em contato com o médico imediatamente ou vá para o pronto-socorro. Faça a mesma coisa se houver dor súbita na barriga que se irradia para as costas ou para a virilha, ainda mais se ficar meio zonzo.

7 Mudança súbita da visão
De acordo com a Dra. Julia Haller, oftalmologista-chefe do Instituto de Olhos Wills, na Filadélfia, muita gente adia o tratamento dos problemas da visão – como aconteceu com Steve Hart, quando teve os sintomas de lesão na retina – por ser enganada pela capacidade de compensação do cérebro. “O cérebro passa prontamente de um olho para o outro”, explica ela.
“Muita gente nota que, de repente, há alguma coisa errada na visão, mas, como ainda enxerga bem com um dos olhos, não percebe como o outro está ruim.” Mas as mudanças súbitas da visão podem indicar vários problemas que exigem tratamento imediato.
O que fazer: Quem vê luzes piscando ou pontinhos, linhas, fiapos ou teias que flutuam, ou quando parece que há uma cortina se fechando sobre o campo de visão, ou quando se perde de repente a visão de um dos olhos, é preciso ligar imediatamente para o oftalmologista ou correr para o pronto-socorro. Embora a ruptura e o descolamento da retina sejam as lesões mais comuns associadas a esses sintomas (principalmente em pacientes com mais de 40 anos), há outras causas possíveis que o especialista precisa eliminar. A maioria delas pode ser tratada de forma relativamente não invasiva, quando diagnosticada a tempo; na ruptura de retina, há um período de algumas horas ou um dia em que se pode usar o tratamento com uma técnica a laser não invasiva. No descolamento, é preciso cirurgia. “Quanto mais se retarda o diagnóstico”, diz a Dra. Julia, “menor a probabilidade de recuperar a visão.”
Dependendo da gravidade dos sintomas, pode ser difícil ir ao médico ou chegar ao hospital dirigindo. A Dra. Julia diz que, em caso de emergência, não há problema em dirigir quando se enxerga com apenas um dos olhos; só não coma nada pelo caminho. “É bem possível que a pessoa precise de cirurgia”, diz ela. “E não se pode operar quem acabou de comer.”

domingo, 1 de maio de 2011

Reflexão

Nossos amigos não querem seguidores, mas sim pessoas lúcidas, despertas, questionadoras, capazes de definir seus próprios caminhos e desinverter os valores conscienciais que existem hoje na Terra.


“- Quem segue, sempre se perde...”

“- Estarão vocês preparados para derrubar tantas barreiras, tantas fronteiras, baixar tantas bandeiras, silenciar tantas armas e neste silêncio ouvir a voz de sua própria conciência ?”
 
 Extraído do site: http://www.lema.not.br/indexxq.php
 
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Navegando nos sites que adoro, hoje encontrei um pequeno texto que diz exatamente como eu penso.
Penso que o texto acima se aplica à religiões, seitas, partidos políticos, enfim a tudo!
Sou Espírita Kardecista. Como costumam dizer: seguidora do Kardecismo (Não me sinto seguidora e sim adepta).
Talvez por isso, durante os estudos semanais em nosso grupo na Casa Espírita, geralmente acabo em conflito com o que lá é exposto.
Não consigo ser ovelhinha e nem São Tomé. Ovelhinha, por seguir exatamente aquilo que alguém leu, interpretou e me convenceu e São Tomé, por achar que só existe realmente aquilo que já VI acontecer.
O próprio Allan Kardecc afirma em suas obras que ele estava recém fazendo a primeira tradução dos Espírítos à humanidade e que o Espiritismo como Ciência, nunca seria dono da verdade, pois estaria em constante evolução.
E, se estamos em constante evolução porque temos que SEGUIR algo que foi escrito há 150 anos?
Para mim, as obras de Allan Kardec é a BASE para nossos Estudos. Precisamos ser pessoas lúcidas, despertas, questionadoras e capazes de desinverter os valores conscienciais que existem hoje na Terra.
Para mim isso tudo se aplica também,  à POLÍTICA, uma ciência que hoje está em descrédito pelas mazelas praticadas pelos seres humanos.
Tudo, por serem  SEGUIDORES de uma ideologia, a ideologia do "quem pode mais, chora menos", uma triste ideolgia.

Vamos deixar de ser meros seguidores para nos tornarmos AUTORES.
Tudo que é feito com amor, caridade e humildade é impossível dar errado!
Será que temos coragem de ouvir a voz de nossas próprias consciências? Ou nem temos coragem de fazermos silêncio para tanto?

Boa semana a todos!