domingo, 19 de dezembro de 2010

O poder da caridade

O título deste post é título de uma reportagem da revista Seleções - dezembro/2010.
A reportagem conta seis histórias, que são uma homenagem aos corações bondosos e aos pequenos atos de gentileza que alegram nossa época festiva.
São histórias de médico, bombeiro, trabalhador de uma lanchonete de Hospital e anônimos.
Todos eles, de uma maneira muito criativa e de acordo com suas possibilidades ficam o ano todo buscando, juntando, guardando brinquedos, roupas, enfim, presentes para distribuirem no Natal.
Algumas coisas nessas histórias me chamaram a atenção, como o anonimato, o desprendimento e o coração amoroso. Ninguém faz o que faz para se promover, já que um dos princípios deles é a não identificação.
Na história de um centro de Reabilitação, o doador desde 1990, já doou quase 65.000 dólares ao centro e nunca ninguém  soube a identidade dele. Ele liga e se identifica apenas como PETE.
Outra história, a de um médico no Rio de Janeiro que durante o ano todo compra brinquedos e estoca-os num dos quartos do seu apartamento, reservado só para isso. Na semana que antecede o Natal ele mesmo se veste de Papai Noel e entrega os presentes para as crianças internadas no hospital em que trabalha, ninguém de seus colegas sequer imaginam quem a identidade do BOM VELHINHO!
Já a outra história que muito me chamou a atenção foi a do trabalhador da lanchonete, ele, há 21 anos monta a Arvore das Dádivas do Anjo Adotivo. A árvore é decoradaom anjos de papel com o nome, a idade e o sexo de crianças órfãs e também o presente que cada uma gostaria de ganhar. A lanchonete fica cheia de presentes, pois  pessoas que por lá passam, anonimamente tiram anjos da árvore e compram o presente ali indicado.
Não há necessidade de narrar todas as histórias lidas, essas três já são suficientes para nos fazer entender que a caridade e o amor ao próximo independe de classe social, do poder aquisitivo, do ter ou não ter dinheiro.
Qualquer um de nós temos condições de usarmos a criatividade e fazermos nossa parte!
Não há desculpas para não o fazer, a não ser a dureza dos corações!!!!
Mais, não precisamos esperar apenas o Natal para fazermos alguma coisa aos nossos irmãos necessitados. Necessitados de uma abraço, uma palavra, alguém que os ouça e entenda, de roupa, comida, remédios, enfim necessidades materias e morais.
Vamos pensar com carinho no assunto???

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