domingo, 28 de novembro de 2010

Nova Resolução para os RPPS

Foi revogada a Resolução do Banco Central 3790/2009  e as políticas de investimentos para 2011 deverão contemplar esta nova resolução.
Vamos nos adequar.....





RESOLUCAO 3.922

Dispõe sobre as aplicações dos recursos dos regimes próprios de previdência social instituídos pela
União, Estados, Distrito Federal e Municípios.


O Banco Central do Brasil, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna público que o Conselho Monetário Nacional, em sessão realizada em 25 de novembro de 2010,com base no parágrafo único do art. 1º e no inciso IV do art. 6º da Lei nº 9.717, de 27 de novembro de 1998,
R E S O L V E U :
Art. 1º Fica estabelecido que os recursos dos regimes próprios de previdência social instituídos pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios, nos termos da Lei nº 9.717, de 27 denovembro de 1998, devem ser aplicados conforme as disposições desta Resolução, tendo presentes as condições de segurança, rentabilidade, solvência, liquidez e transparência.
Seção I
Da Alocação dos Recursos e da Política de Investimentos
Subseção I
Da Alocação dos Recursos
Art.2º Observadas as limitações e condições estabelecidas nesta Resolução, os recursos dos regimes próprios de previdência social devem ser alocados nos seguintes segmentos de aplicação:
I - renda fixa;
II - renda variável; e
III - imóveis.
Art. 3º Para efeito desta Resolução, são considerados recursos:
I - as disponibilidades oriundas das receitas correntes e de capital;
II - os demais ingressos financeiros auferidos pelo regime próprio de previdência social;
III - as aplicações financeiras;
IV - os títulos e os valores mobiliários;
V - os ativos vinculados por lei ao regime próprio de previdência social; e
VI - demais bens, direitos e ativos com finalidade previdenciária do regime próprio de previdência social.
Subseção II
Da Política de Investimentos
Art. 4º Os responsáveis pela gestão do regime próprio de previdência social, antes do exercício a que se referir, deverão definir a política anual de aplicação dos recursos de forma a contemplar, no mínimo:
I - o modelo de gestão a ser adotado e, se for o caso, os critérios para a contratação de pessoas jurídicas autorizadas nos termos da legislação em vigor para o exercício profissional de administração de carteiras;
II - a estratégia de alocação dos recursos entre os diversos segmentos de aplicação e as respectivas carteiras de investimentos;
III - os parâmetros de rentabilidade perseguidos, que deverão buscar compatibilidade com o perfil de suas obrigações, tendo em vista a necessidade de busca e manutenção do equilíbrio financeiro e atuarial e os limites de diversificação e concentração previstos nesta Resolução; e
IV - os limites utilizados para investimentos em títulos e valores mobiliários de emissão ou coobrigação de uma mesma pessoa jurídica.
§ 1º Justificadamente, a política anual de investimentos poderá ser revista no curso de sua execução, com vistas à adequação ao mercado ou à nova legislação.
§ 2º As pessoas naturais contratadas pelas pessoas jurídicas previstas no inciso I deste artigo e que desempenham atividade de avaliação de investimento em valores mobiliários, em caráter profissional, com a finalidade de produzir recomendações, relatórios de acompanhamento e estudos, que auxiliem no processo de tomada de decisão de investimento deverão estar registradas na Comissão de Valores Mobiliários.
Art. 5º A política anual de investimentos dos recursos do regime próprio de previdência social e suas revisões deverão ser aprovadas pelo órgão superior competente, antes de sua implementação.
Seção II
Dos Segmentos de Aplicação e dos Limites
Art. 6º Para fins de cômputo dos limites definidos nesta Resolução, não são consideradas as aplicações no segmento de imóveis.
Subseção I
Segmento de Renda Fixa
Art. 7º No segmento de renda fixa, as aplicações dos recursos dos regimes próprios de previdência social subordinam-se aos seguintes limites:
I - até 100% (cem por cento) em:
a) títulos de emissão do Tesouro Nacional, registrados no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (SELIC);
b) cotas de fundos de investimento, constituídos sob a forma de condomínio aberto, cujos regulamentos prevejam que suas respectivas carteiras sejam representadas exclusivamente pelos títulos definidos na alínea "a" deste inciso e cuja política de investimento assuma o compromisso de buscar o retorno de um dos subíndices do Índice de Mercado Anbima (IMA) ou do Índice de Duração Constante Anbima (IDkA), com exceção de qualquer subíndice atrelado à taxa de juros de um dia;
II - até 15% (quinze por cento) em operações compromissadas, lastreadas exclusivamente pelos títulos definidos na alínea "a" do inciso I;
III - até 80% (oitenta por cento) em cotas de fundos de investimento classificados como renda fixa ou como referenciados em indicadores de desempenho de renda fixa, constituídos sob a forma de condomínio aberto e cuja política de investimento assuma o compromisso de buscar o retorno de um dos subíndices do Índice de Mercado Anbima (IMA) ou do Índice de Duração Constante Anbima (IDkA), com exceção de qualquer subíndice atrelado à taxa de juros de um dia;
IV - até 30% (trinta por cento) em cotas de fundos de investimento classificados como renda fixa ou como referenciados e indicadores de desempenho de renda fixa, constituídos sob a forma de condomínio aberto;
V - até 20% (vinte por cento) em depósitos de poupança em instituição financeira considerada como de baixo risco de crédito pelos responsáveis pela gestão de recursos do regime próprio de previdência social, com base, dentre outros critérios, em classificação efetuada por agência classificadora de risco em funcionamento no País;
VI - até 15% (quinze por cento) em cotas de fundos de investimento em direitos creditórios, constituídos sob a forma de condomínio aberto;
VII - até 5% (cinco por cento) em:
a) cotas de fundos de investimento em direitos creditórios, constituídos sob a forma de condomínio fechado; ou
b) cotas de fundos de investimento classificados como renda fixa ou como referenciados em indicadores de desempenho de renda fixa que contenham em sua denominação a expressão "crédito privado".
§ 1º As operações que envolvam os ativos previstos na alínea "a" do inciso I deste artigo deverão ser realizadas por meio de plataformas eletrônicas administradas por sistemas autorizados a funcionar pelo Banco Central do Brasil ou pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), nas suas respectivas áreas de competência, admitindo-se, ainda, aquisições em ofertas públicas do Tesouro Nacional por intermédio das instituições regularmente habilitadas, desde que possam ser devidamente comprovadas.
§ 2º As aplicações previstas nos incisos III e IV deste artigo subordinam-se a que a respectiva denominação não contenha a expressão "crédito privado".
§ 3º As aplicações previstas nos incisos III e IV e na alínea "b" do inciso VII subordinam-se a que o regulamento do fundo determine:
I - que os direitos, títulos e valores mobiliários que compõem suas carteiras ou os respectivos emissores sejam considerados de baixo risco de crédito, com base, dentre outros critérios, em classificação efetuada por agência classificadora de risco em funcionamento no País; e
II - que o limite máximo de concentração em uma mesma pessoa jurídica, de sua controladora, de entidade por ela direta ou indiretamente controlada e de coligada ou quaisquer outras sociedades sob controle comum seja de 20% (vinte por cento).
§ 4º As aplicações previstas no inciso VI e alínea "a" do inciso VII deste artigo subordinam-se a:
I - que a série ou classe de cotas do fundo seja considerada de baixo risco de crédito, com base, dentre outros critérios, em classificação efetuada por agência classificadora de risco em funcionamento no País;
II - que o regulamento do fundo determine que o limite máximo de concentração em uma mesma pessoa jurídica, de sua controladora, de entidade por ela direta ou indiretamente controlada e de coligada ou quaisquer outras sociedades sob controle comum seja de 20% (vinte por cento).
§ 5º A totalidade das aplicações previstas nos incisos VI e VII não deverá exceder o limite de 15% (quinze por cento).
Subseção II
Segmento de Renda Variável
Art. 8º No segmento de renda variável, as aplicações dos recursos dos regimes próprios de previdência social subordinam-se aos seguintes limites:
I - até 30% (trinta por cento) em cotas de fundos de investimento constituídos sob a forma de condomínio aberto e classificados como referenciados que identifiquem em sua denominação e em sua política de investimento indicador de desempenho vinculado ao índice Ibovespa, IBrX ou IBrX-50;
II - até 20% (vinte por cento) em cotas de fundos de índices referenciados em ações, negociadas em bolsa de valores, admitindo-se exclusivamente os índices Ibovespa, IBrX e IBrX-50;
III - até 15% (quinze por cento) em cotas de fundos de investimento em ações, constituídos sob a forma de condomínio aberto, cujos regulamentos dos fundos determinem que as cotas de fundos de índices referenciados em ações que compõem suas carteiras estejam no ambito dos índices previstos no inciso II deste artigo;
IV - até 5% (cinco por cento) em cotas de fundos de investimento classificados como multimercado, constituídos sob a forma de condomínio aberto, cujos regulamentos determinem tratar-se de fundos sem alavancagem;
V - até 5% (cinco por cento) em cotas de fundo de investimento em participações, constituídos sob a forma de condomínio fechado;
VI - até 5% (cinco por cento) em cotas de fundos de investimento imobiliário, com cotas negociadas em bolsa de valores.
Parágrafo único. As aplicações previstas neste artigo, cumulativamente, limitar-se-ão a 30% (trinta por cento) da totalidade das aplicações dos recursos do regime próprio de previdência social e aos limites de concentração por emissor conforme regulamentação editada pela Comissão de Valores Mobiliários.
Subseção III
Segmento de Imóveis
Art. 9º As aplicações no segmento de imóveis serão efetuadas exclusivamente com os imóveis vinculados por lei ao regime próprio de previdência social.
Parágrafo único. Os imóveis de que trata o caput poderão ser utilizados para a aquisição de cotas de fundos de investimento imobiliário, cujas cotas sejam negociadas em ambiente de bolsa de valores.
Seção III
Dos Limites Gerais e da Gestão
Subseção I
Dos Limites Gerais
Art. 10. Para cumprimento integral dos limites e requisitos estabelecidos nesta Resolução, equiparam-se às aplicações dos recursos realizadas diretamente pelos regimes próprios aquelas efetuadas por meio de fundos de investimento ou de carteiras administradas.
Parágrafo único. As cotas de fundos de investimento dos segmentos de renda fixa e renda variável podem ser consideradas ativos finais desde que os prospectos dos respectivos fundos contemplem previsão de envio das informações das respectivas carteiras de aplicações para o Ministério da Previdência Social na
forma e periodicidade por ele estabelecidas.
Art. 11. As aplicações dos recursos referidas no art. 7º, inciso V, ficam igualmente condicionadas a que a instituição financeira não tenha o respectivo controle societário detido, direta ou indiretamente, por Estado.
Art. 12. As aplicações dos regimes próprios de previdência social em fundos de investimento em cotas de fundos de investimento serão admitidas desde que seja possível identificar e demonstrar que os respectivos fundos mantenham as composições, limites e garantias exigidas para os fundos de investimento de que trata esta Resolução.
Art. 13. As aplicações em cotas de um mesmo fundo de investimento ou fundo de investimento em cotas de fundos de investimento a que se referem o art. 7º, incisos III e IV, e art. 8º, inciso I, não podem exceder a 20% (vinte por cento) das aplicações dos recursos do regime próprio de previdência social.
Art. 14. O total das aplicações dos recursos do regime próprio de previdência social em um mesmo fundo de investimento deverá representar, no máximo, 25% (vinte e cinco por cento) do patrimônio líquido do fundo.
Parágrafo único. A observância do limite de que trata o caput é facultativa nos 120 (cento e vinte) dias subsequentes à data de início das atividades do fundo.
Subseção II
Da Gestão
Art. 15. A gestão das aplicações dos recursos dos regimes próprios de previdência social poderá ser própria, por entidade autorizada e credenciada ou mista.
§ 1º Para fins desta Resolução, considera-se:
I - gestão própria, quando as aplicações são realizadas diretamente pelo órgão ou entidade gestora do regime próprio de previdência social;
II - gestão por entidade autorizada e credenciada, quando as aplicações são realizadas por intermédio de instituição financeira ou de outra instituição autorizada nos termos da legislação em vigor para o exercício profissional de administração de carteiras; e
III - gestão mista, quando as aplicações são realizadas, parte por gestão própria e parte por gestão por entidade autorizada e credenciada, observados os critérios definidos no inciso II.
§ 2º Os regimes próprios de previdência social somente poderão aplicar recursos em carteira administrada ou em cotas de fundo de investimento geridos por instituição financeira, demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil ou pessoas jurídicas autorizadas pela Comissão de Valores Mobiliários para o exercício profissional de administração de carteira considerada, pelos responsáveis pela gestão de recursos do regime próprio de previdência social, com base, dentre outros critérios, em classificação efetuada por agência classificadora de risco em funcionamento no País, como:
I - de baixo risco de crédito; ou
II - de boa qualidade de gestão e de ambiente de controle e investimento.
Art. 16. Na aplicação dos recursos do regime próprio de previdência social em títulos e valores mobiliários, conforme disposto nos incisos I e III do § 1º do art. 15, o responsável pela gestão, além da consulta à instituição financeira, à instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil ou às pessoas jurídicas autorizadas pela Comissão de Valores Mobiliários para o exercício profissional de administração de carteira, deverá observar as informações divulgadas, diariamente, por entidades reconhecidamente idôneas pela sua transparência e elevado padrão técnico na difusão de preços e taxas dos títulos, para fins de utilização como referência em negociações no mercado financeiro, antes do efetivo fechamento da operação.
Seção IV
Das Disposições Gerais
Subseção I
Do Agente Custodiante
Art. 17. Salvo para as aplicações realizadas por meio de fundos de investimento, a atividade de agente custodiante e responsável pelos fluxos de pagamentos e recebimentos relativos às operações realizadas no âmbito dos segmentos de renda fixa e de renda variável deve ser exercida por pessoas jurídicas registradas na Comissão de Valores Mobiliários.
Subseção II
Das Outras Contratações
Art. 18. Na hipótese de contratação objetivando a prestação de serviços de consultoria com vistas ao cumprimento desta Resolução, esta deverá recair sobre pessoas jurídicas registradas na CVM ou credenciadas por entidade autorizada para tanto pela CVM.
Subseção III
Do Registro dos Títulos e Valores Mobiliários
Art. 19. Os títulos e valores mobiliários integrantes dos diversos segmentos de aplicação dos recursos dos regimes próprios de previdência social devem ser registrados no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (SELIC), em sistemas de registro e deliquidação financeira de ativos autorizados pelo Banco Central do Brasil ou mantidos em conta de depósito individualizada em instituição ou entidade autorizada à prestação desse serviço pela Comissão de Valores Mobiliários.
Parágrafo único. Os registros devem permitir a identificação do comitente final, com a consequente segregação do patrimônio do regime próprio de previdência social, do patrimônio do agente custodiante e liquidante.
Subseção IV
Do Controle das Disponibilidades Financeiras
Art. 20. Os recursos dos regimes próprios de previdência social, representados por disponibilidades financeiras, devem ser depositados em contas próprias, em instituições financeiras bancárias devidamente autorizadas a funcionar no País pelo Banco Central do Brasil, controlados e contabilizados de forma segregada dos recursosdo ente federativo.
Subseção V
Dos Enquadramentos
Art. 21. Os regimes próprios de previdência social que possuírem, na data da entrada em vigor desta Resolução, aplicações em desacordo com o estabelecido, poderão mantê-las em carteira até ocorrespondente vencimento ou, na inexistência deste, por até 180 (cento e oitenta) dias.
Parágrafo único. Até o respectivo enquadramento nos limites e condições estabelecidos nesta Resolução, ficam os regimes próprios de previdência social impedidos de efetuar novas aplicaçõesque onerem os excessos porventura verificados, relativamente aos limites ora estabelecidos.
Art. 22. Não serão considerados como infringência dos limites de aplicações estabelecidos nesta Resolução os eventuais desenquadramentos decorrentes de valorização ou desvalorização de ativos financeiros, pelo prazo de 180 (cento e oitenta) dias, contados da data da ocorrência.
Subseção VI
Das Vedações
Art. 23. É vedado aos regimes próprios de previdênciasocial:
I - aplicar recursos na aquisição de cotas de fundo de investimento cuja atuação em mercados de derivativos gere exposição superior a uma vez o respectivo patrimônio líquido;
II - aplicar recursos na aquisição de cotas de fundo de investimento cujas carteiras contenham títulos que o ente federativo figure como devedor ou preste fiança, aval, aceite ou coobrigação sobqualquer outra forma;
III - aplicar recursos na aquisição de cotas de fundo de investimento em direitos creditórios não padronizados;
IV - praticar as operações denominadas day-trade, assim consideradas aquelas iniciadas e encerradas no mesmo dia, independentemente de o regime próprio possuir estoque ou posição anterior do mesmo ativo, quando se tratar de negociações de títulos públicos federais realizadas diretamente pelo regime próprio de
previdência social; e
V - atuar em modalidades operacionais ou negociar com duplicatas, títulos de crédito ou outros ativos que não os previstos nesta Resolução.
Art. 24. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 25. Fica revogada a Resolução nº 3.790, de 24 de setembro de 2009.
São Paulo, 25 de novembro de 2010

Henrique de Campos Meirelles
Presidente

sábado, 27 de novembro de 2010

Seja Feliz!

Se a felicidade já foi possível para você um dia,
então, ser feliz agora também o é.
Se a felicidade vai ser possível no futuro,
também é possível ser feliz agora.
Seja feliz com a pessoa que você é hoje.
Não, você ainda não é quem gostaria de ser.
Mesmo assim você tem todas as chances de se
tornar a pessoa que quer ser.
Você gostaria de perder a aventura de alcançar
todo seu potencial?
Claro que não!
Seja feliz por ter ainda muito a conquistar,
pois é nesse processo que se experimenta a riqueza da vida.
Se você ainda não tem certeza de qual caminho
sua vida deve seguir,
fique feliz por ter tantas possibilidades e
divirta-se explorando-as.
Se você está cheio de problemas e responsabilidades,
fique feliz por ter a possibilidade de fazer diferente e
fortaleça-se ultrapassando os obstáculos.
Nada pode impedir você de ser feliz.
Ninguém pode afastar você da felicidade a não ser você mesmo.
Seja feliz agora mesmo.

Autor Desconhecido
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Um bom domingo e muita felicidade a todos nós!!!!

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Dia abençoado

Estou em Santa Maria, aguardando meu horário para uma consulta médica.
Acho que sou de azar mesmo, ou sou cheia, vivo no mundo errado, sei lá!
Saí de casa as 5 horas, meu horário de consulta é as 15:20 horas, to morta de cansada.
Sem falar que quando vamos a uma consulta médica já ficamos tensos.
Mas eis minha surpresa do dia: ao chegar no consultório as 13 horas e 40 minutos, fui ENXOTADA de lá pela secretária, ela alegou que faltava muito tempo para a consulta e que eu não poderia esperar lá.
Bem....estou aqui na rua, né... Ou melhor na lan-house, desabafando, porque já chorei um monte....
Infelizmente, essas são as pessoas que estão por aí para nos atender.
e fazer o que se precisamos delas????

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Pesquisa aponta que a obesidade interfere no sucesso profissional e amoroso

Maioria dos homens não se casaria com parceiras acima do peso

Além dos problemas de saúde enfrentados pelas pessoas que sofrem de obesidade ou estão bem acima do peso ideal, a vida profissional e amorosa também pode ser prejudicada pelos quilos a mais. A conclusão é de uma pesquisa do Hospital do Coração em São Paulo, divulgada este mês. Dos entrevistados, 81% afirma que a obesidade interfere na ascensão profissional e 78% acreditam que o excesso de peso dificulta o relacionamento conjugal.
Os dados preocupam principalmente porque, no Brasil, segundo dados do IBGE, 49% da população está acima do peso. De acordo com o coordenador da pesquisa, o médico Daniel Magnoni, um dos fatores que mais chamam atenção na pesquisa é opinião dos entrevistados sobre o casamento com um obeso.
Entre os entrevistados do sexo masculino, 54% afirmou não ter interesse em construir uma relação matrimonial com pessoas acima do peso. Para o sexo feminino essa conclusão é um pouco menor (em torno de 46%). No que diz respeito às classes sociais, 66% dos entrevistados que pertencem à classe A não assumiriam a união, contra 44% da classe B e 51% da classe C.
Com relação ao trabalho, a obesidade se mostrou menos impeditiva entre as pessoas consideradas da classe A — apenas 60% acredita que o excesso de peso prejudica o desempenho profissional. Entre os entrevistados da classe C, 83% acredita que a obesidade atrapalha na hora de conseguir um emprego ou ascender na profissão.
— Esses dados representam diversos fatores comportamentais da sociedade atual, o que mostra que muitos obesos ainda sofrem preconceito no mercado de trabalho, em relações amorosas, no transporte público, entre outros — afirma Magnoni.
A mobilidade e a locomoção também são um problema para as pessoas que estão acima do peso.
— Hoje, poucos lugares públicos e até privados oferecem locais apropriados para atender as pessoas obesas, disponibilizando poltronas especiais, produtos e serviços diferenciados. No que diz respeito ao transporte público, 77% dos participantes da pesquisa constataram dificuldades — explica o coordenador da pesquisa.
O estudo foi realizado pelo HCor, em parceria com o Instituto de Metabolismo e Nutrição (IMeN), nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro com 600 pessoas — 300 do sexo feminino e 300 do sexo masculino — entre 18 e 60 anos.

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Impressionante, mas o preconceito é descarado, está entranhado no ser humano nas formas mais cruéis possíveis.
Não consigo entender porque o FISICO é o principal para a maioria das pessoas. Depois de mortos, alguém cheira diferente????? Com exceção dos cremados, claro!
Não que eu apoie a obesidade, pois ela não é legal, traz muitas vezes, problemas de saúde e dificuldades.
Mas convenhamos a pobreza esperitual e intelectual é muito mais dolorida! Pelo menos para mim, é!

I Seminário de Perícias Médicas dos RPPS



Está chegando o dia do grande evento, que com certeza, marcará a história regional dos RPPS.
Espero não me decepcionar com o número de participantes, pois sei muito bem da reclamação geral diante do alto índice de Atestados e/ou Laudos Médicos nos municípios. A oportunidade tão solicitada está aí!!!!
Quem perder a oportunidade, sem um motivo JUSTIFICÁVEL não adianta chorar as pitangas depois!!!!
A AGIP cumpriu com o prometido, vamos fazer nossa parte.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Pequeno capoeirista de Torres é exemplo de superação

Menino de 11 anos se esforça para vencer dificuldades impostas por doença Alexandre Ernst
alexandre.ernst@zerohora.com.br

As palmas batem enquanto o pandeiro e o berimbau tocam. João Gabriel Schultz crava as mãos ao chão e com um misto de força e concentração joga as pernas para o ar. O menino de 11 anos surpreende a roda de capoeira com mais um movimento próximo da perfeição. Ele volta a "ficar de pé", engatinha para as bordas da roda e observa os colegas naquela que é uma das aulas em que mais gosta.
A cena descrita poderia ser costumeira entre as tantas escolas de Torres em que é possível praticar capoeira como atividade complementar. Para João Gabriel, fazer parte desta rotina faz com que a palavra "costumeira" ganhe outro significado. Ele sofre de uma doença chamada artrogripose. Nasceu assim. O atrofiamento dos membros inferiores se deu quando o cordão umbilical enrolou-se em seus calcanhares e impediu o desenvolvimento das pernas durante a gestação.
— Ele acabou nascendo de cesária. Dificultou demais o parto. No pré-natal os médicos não viram nada, estava com peso bom, com tudo certinho — explica a mãe, Sônia Souza.
João Gabriel nasceu com 3,220 quilos e 49 centímetros em 23 de novembro de 1999. Passou três dias no hospital sem que os médicos conseguissem diagnosticar que tipo de doença fazia com que os dois pés ficassem dobrados para dentro. A mãe conta que passaram a entender o problema dele apenas um mês e 15 dias depois do nascimento.
— Tenho de correr a Porto Alegre porque o médico não conhece o problema dele.
João Gabriel usa as mãos para se locomover. Engatinha com desenvoltura pelos corredores da Escola Estadual de Ensino Fundamental Manoel João Machado. Isso quando não está ziguezagueando pelos colegas dirigindo seu triciclo - adaptado para os pedais serem usados com as mãos. Normalmente, chama atenção dos pais dos colegas e acaba ganhando a simpatia dos adultos. É o caso de Amilton Teixeira. Pai de uma menina que também estuda na Manoel João Machado, ele se encantou pelo guri ao vê-lo passar voando com o triciclo em uma noite de poesias. Acabou virando uma espécie de "padrinho" de João Gabriel. Teixeira e alguns amigos se juntaram e deram ao menino um computador, uma mesinha e uma cadeira. Ainda falta o triciclo novo que já mandaram encomendar.
— Eu vi aquele menininho abaixado. Depois descobri que ele não conseguia andar. Ele é cativante, um exemplo de vida. Me emociono de ver a perseverança dele. Acho que me ajudou mais do que estou ajudando ele — revela Teixeira.
Em dezembro, dois acontecimentos serão decisivos para João Gabriel. Colorado fanático, ficará de olho no Mundial de Clubes em Abu Dhabi, de camisa do inter e bandeira na mão. No final do mês, dia 22, terá uma consulta no Hospital São Lucas da PUCRS para definir como poderá ser feita a "remodelagem" das pernas. Como já foram feitas duas cirurgias nos pés, a única chance de ele vir a andar seria a colocação de um fixador na lateral dos membros inferiores. A mãe já faz contas: o aparelho custa entre R$ 5 mil e R$ 6 mil.
— O médico não garantiu e falou até na possibilidade de amputar, porque o problema é a canela e o pé. Se der certo em uma das perninhas, fazemos a outra, se não, temos de ver — projeta Sônia.
Fonte:
http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jspuf=1&local=1&section=Geral&newsID=a3117002.xml
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Isso é exemplo de vida. E nós que somos, fisicamente perfeitos, porque reclamamos tanto?????
Um bom motivo para começarmos a semana pensando!!!!

domingo, 21 de novembro de 2010

Eterno namoro

Uma das causas apontadas para as separações conjugais tem sido o tédio. Aos poucos, a relação que era cálida, doce, vai assumindo um caráter de mesmice, cansaço e rotina.

Os dias do namoro parecem longínquos, quase apagados, surgindo na tela mental como lembranças ligeiras, vez que outra.
São os filhos que surgem, exigindo cuidados e atenções. É o trabalho profissional que requisita redobrado empenho. São as tarefas domésticas, repetitivas e cansativas.
Com tudo isto, cada cônjuge vai realizando o que lhe compete, qual se fosse um autômato, um robô.
Nada que escape à rotina das horas e dos dias. Até o lazer do final de semana, as visitas aos pais de um e de outro seguem programação prévia, com dia e hora marcados.
Não é de admirar que os anos tragam para o aconchego do casal o tédio. Com ele, o desinteresse pelo outro, o relaxamento nas relações e a frieza.
Observando, no entanto, essas relações conjugais duradouras, que completam bodas de prata, de ouro, temos que convir que é possível manter acesa a chama do amor, no transcorrer dos anos.
O amor pode ser comparado a delicada flor, necessitada de cuidados constantes a fim de não fenecer.
O romantismo que caracteriza o período do namoro deve ser mantido.
Importante não abandoná-lo à conta de conceitos como isto é para os jovens. Ou já passou o meu tempo.
Existem atitudes mínimas que dão um especial sabor e um quê de novidade ao relacionamento.
Um telefonema, em plena tarde, inesperado, somente para indagar: Como passa minha amada?
Uma flor colhida no jardim, no frescor da manhã e colocada à mesa do café. Um toque diferente.
Levantar-se antes do outro, preparar uma bandeja com carinho e servir o café na cama. Quantas mulheres sonham com tal deferência!
Um final de semana inédito. Por que não deixar as crianças com os avós ou com a babá e sair para um passeio a dois, redescobrindo a lua, contando estrelas, a ver se o bom Deus já não providenciou outras tantas, desde a época do namoro...
Surpreender o afeto com uma declaração de amor, uma observação gentil ao cabelo, ao traje.
Pequeninas coisas. Quase insignificantes. Mas que fazem a grande diferença entre a rotina e o delicado e perene tempero do amor que nunca fenece.
* * *
Aproveite as horas enquanto você segue lado a lado com seu amor e fale-lhe do que sente, de como ele é importante em sua vida.
Não permita que o tempo transcorra sem um gesto de carinho, uma palavra de ternura.
Decida-se por reviver os dias do namoro, sempre novos, uma descoberta constante do outro.
Não deixe para amanhã, nem programe para o dia do aniversário.
Execute hoje, agora, enquanto é tempo pois que ninguém sabe a hora da partida, quando ficarão somente muitas palavras não ditas, muitos abraços não dados e uma saudade de tudo que não se demonstrou para o outro em afetividade, amor e dedicação.

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Bom domingo e boa semana a todos!!!!

sábado, 20 de novembro de 2010

DON VITINHO

Esta foi uma semana de muito trabalho para mim. Não consegui postar nada. Perdão!!!


Amanhã teremos a inauguração da nossa  Tele "DON VITINHO"...
A "DON VITINHO" é idéia de uma amiga que morou por 22 anos em Porto Alegre e agora retorna a Nova Esperança do Sul.

Nosso propósito é proporcionar aos Novaesperancenses mais uma opção para suas refeições. Com o diferencial da "tele-entrega"!

Veja o que estamos oferecendo:

- Segunda a Sexta-feira: viandas, pratos prontos como: lasanhas, canelones, panquecas,etc...
- Sábado a noite: Pizza;
- Domingo ao meio-dia: galeto, polenta frita, maionese e espaguete.

-Atendemos a festas de aniversário, formaturas e confraternizações, levando a pizzaria até o evento. Basta agendar, escolher os sabores do seu rodízio de pizza e lá estaremos nós!

Ah, o nome "DON VITINHO", a qualidade e o sabor dos pratos e das pizzas vem da DON VITTO Pizzaria, da cidade de Porto Alegre  (http://www.donvitto.com.br/), onde a Lira trabalhou por 15 anos.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Cachorro "adota" gari que teve casa queimada

Carolina Rocha /carolina.rocha@diariogaucho.com.br
Cãozinho passou a seguir José e não saiu mais de perto do novo amigo

Enquanto varre as ruas do Bairro Azenha, o gari José é observado de perto por um amigo que, desde o início do mês, não desgruda dele. E durante a caminhada, Alemão, como é chamado o cachorro de raça indefinida, escolta o carrinho laranja.
- Ele chegou com sede. Dei água e ele não largou mais de mim - conta José.
Manso e brincalhão, Alemão parece gostar dos passeios. Quem sabe um dia o gari, que teve queimada sua "casa" - um carrinho de madeira - consiga um teto para dividir com o novo amigo.

Leia a história completa no Diário Gaúcho desta terça-feira.

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Histórias como essa me comovem. Aliás, todas as histórias que envolvam animais são muito comoventes para mim. Eu admiro a fidelidade, a parceria, o companheirismo dos animais. Dizem que o cão é o melhor amigo do homem. Pode até ser, mas acho que TODOS os animais são os melhores amigos do homem. Muito mais amigos do que o próprio homem, que se intitula ser RACIONAL e PENSANTE.
PENSANTE, sim, pensante em si próprio e o irmão do lado que se ferre!!!!!!!!
Vamos cuidar bem dos nossos melhores amigos!!!! Eles precisam de nós e nós deles!!! Cuide de cada animal que cruzar seu caminho!!!

domingo, 14 de novembro de 2010

O segredo do casamento

Qual será o segredo dos casamentos duradouros?
Casais que convivem há anos falam de paciência, renúncia, compreensão.
Em verdade, cada um tem sua fórmula especial.
Recentemente lemos as anotações de um escritor que achamos muito interessantes.
Ele afirma que um bom casamento deve ser criado.

No casamento, as pequenas coisas são as grandes coisas.
É jamais ser muito velho para dar-se as mãos, diz ele.
É lembrar de dizer "te amo", pelo menos uma vez ao dia.
É nunca ir dormir zangado.

É ter valores e objetivos comuns.
É estar unidos ao enfrentar o mundo.
É formar um círculo de amor que una toda a família.
É proferir elogios e ter capacidade para perdoar e esquecer.
É proporcionar uma atmosfera onde cada qual possa crescer na busca recíproca do bem e do belo.
É não só casar-se com a pessoa certa, mas ser o companheiro perfeito."

E para ser o companheiro perfeito é preciso ter bom humor e otimismo.
Ser natural e saber agir com tato.
É saber escutar com atenção, sem interromper a cada instante.
É mostrar admiração e confiança, interessando-se pelos problemas e atividades do outro.
Perguntar o que o atormenta, o que o deixa feliz, por que está aborrecido.
É ser discreto, sabendo o momento de deixar o companheiro a sós para que coloque em ordem seus pensamentos.

É distribuir carinho e compreensão, combinando amor e poesia, sem esquecer galanteios e cortesia.
É ter sabedoria para repetir os momentos do namoro.
Aqueles momentos mágicos em que a orquestra do mundo parecia tocar somente para os dois.
É ser o apoio diante dos demais.
É ter cuidado no linguajar, é ser firme, leal.
É ter atenção além do trivial e conseguir descobrir quando um se tiver esmerado na apresentação para o outro.
Um novo corte de cabelo, uma vestimenta diferente, detalhes pequenos mas importantes.
É saber dar atenção para a família do outro pois,
ao se unir o casal, as duas famílias formam uma unidade.

É cultivar o desejo constante de superação.
É responder dignamente e de forma justa por todos os atos.
É ser grato por tudo o que um significa na vida do outro.
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O amor real, por manter as suas raízes no equilíbrio,  vai se firmando dia a dia, através da convivência estreita.
O amor, nascido de uma vivência progressiva e madura, não tende a acabar, mas amplia-se,
uma vez que os envolvidos passam a conhecer vícios e virtudes, manias e costumes de um e de outro.
O equilíbrio do amor promove a prática da justiça e da bondade, da cooperação e do senso de dever, da afetividade e advertência amadurecida.

Equipe de Redação do Momento Espírita, com base nos livros: Um presente especial - cap. A arte do matrimônio, na mulher o homem aprecia, no homem a mulher aprecia e Vereda familiar, ed. FRÁTER - cap. 2.

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Que cada um consiga criar o "seu" segredo para um casamento feliz!

ESPIRITISMO NO CASAMENTO

Sem entendimento e respeito, conciliação e afinidade espiritual, torna-se difícil o êxito no casamento. Todos os pretendentes à união conjugal carecem de estudar as circunstâncias do ajuste esponsalício antes do consórcio, para isso existindo o período natural do noivado. Aspecto deveras importante para ser analisado será sempre o da crença religiosa.
Efetivamente, se a religião idêntica no casal contribui bastante para a estabilidade do matrimônio, a diversidade dos pontos de vista não é um fator proibitivo da paz da família. Mas se aparecem rixas no lar, oriunda do choque de opiniões religiosas diferentes, a responsabilidade é claramente debitada aos esposos que se escolheram um ao outro.
A tendência comum de um cônjuge é a de levar o outro a pensar e agir como ele próprio, o que nem sempre é viável e nem pode ocorrer. Eis por que não lhes cabe violentar situações e sentimentos, manejando imposições recíprocas, mormente no sentido de se arrastarem a determinada crença religiosa.
Deve partir do cônjuge de fé sincera a iniciativa de patentear a qualidade das suas convicções, em casa, pelo convite silencioso a elas, através do exemplo.
Não será por meio de discussões, censuras ou pilhérias em torno de assuntos religiosos que se evidenciará algum dia a excelência de uma doutrina.
Ao invés de murmurações estéreis, urge dar provas de espiritualidade superior, repetidas no dia-a-dia. Em lugar de conceitos extremados nas prédicas fatigantes, vale mais a exposição da crença pela melhoria da conduta, positivando-se quão pior seria qualquer criatura sem o apoio da religião.
Para os espíritas jamais será construtivo constranger alguém a ler certas obras, freqüentar determinadas reuniões ou aceitar critérios especiais em matéria doutrinária.
Quem deseje modificar a crença do companheiro ou companheira, comece a modificar a si mesmo, na vivência da abnegação pura, do serviço, da compreensão, do bom-senso prático, salientando aos olhos do outro ou da outra a capacidade de renovação dos princípios que abraça.
O cônjuge é a pessoa mais indicada para revelar as virtudes de uma crença ao outro cônjuge.
Um simples ato de bondade, no recinto do lar, tem mais força persuasiva que uma dezena de pregações num templo onde a criatura comparece contrariada.
Uma única prova de sacrifício entre duas pessoas que se defrontam, no convívio diário, surge mais eficaz como agente de ensino que uma vintena de livros impostos para leituras forçadas.
Em resumo, depende do cônjuge fazer a sua religião atrativa e estimulante para o outro, ao contrário de mostrá-la fastidiosa ou incômoda.
Nos testemunhos de cada instante, no culto vivo do Evangelho em casa e na lealdade à própria fé, persista de cada qual nas boas obras, porque, ante demonstrações vivas de amor, cessam quaisquer azedumes da discórdia e todas as resistências da incompreensão.
André Luiz -Título original: "O Espiritismo e os Cônjuges"
Do livro "Estude e Viva" c/Emmanuel /Frâncico Cândido Xavier.

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Essa idéia vale para o casamento, com para qualquer relacionamento.
Bom domingos a todos!

sábado, 13 de novembro de 2010

A fome maior

Uma grande mobilização existe em nosso país, e no mundo, com o intuito de acabar com a fome.
Fala-se a todo momento em fome zero. Todos se mobilizam no ideal de saciar a fome dos corpos. Ação mais do que justa.
O assunto, contudo, não é novo. O problema da fome sempre rondou a humanidade, em épocas variadas.
Na obra Plenitud, de autoria de amado nervo, existe um capítulo intitulado "todos têm fome" e que comenta, mais ou menos o seguinte: "neste orbe, todos têm fome: fome de pão, fome de luz, fome de paz, fome de amor.
Este é o mundo dos famintos. A fome de pão, melodramática e ruidosa, é a que mais comove, porém não é a mais digna de comiseração.
Existe a fome de amor. Muitos desejam ser amados, ter alguém que os queira e passam pela vida sem ninguém que lhes conceda uma migalha de carinho.
Há os famintos de luz. Espíritos que anseiam por conhecimentos e não conseguem ter a sua fome atendida.
Finalmente, a fome de paz que atormenta a quantos trazem os pés e o coração a sangrar."
Muita sabedoria encerra esta página. A fome do corpo é uma só. Mas a fome do espírito apresenta várias faces, cada uma de efeitos mais alarmantes.
A fome de pão atinge somente o indivíduo. Não contamina a terceiros. As outras espécies de fome generalizam suas conseqüências e comprometem a coletividade.
A fome de amor, de luz e de paz fomenta muitas tragédias.
Quem não se sente amado, quem não tem luz e nem paz é a criatura que se torna manchete como promotora de crimes terríveis.
O crime, nos seus aspectos mais variados, resulta de uma falha moral, de um nível baixo de espiritualidade, de um desequilíbrio psíquico.
A grande solução está na educação convenientemente compreendida e ministrada. Educação que se volta para o ser espiritual.
Desta forma, a humanidade encontrará a sua solução na educação.
Educar a criança é semear o bom grão. É preparar uma nova sociedade. É criar um mundo novo onde habitará a justiça.
Um mundo onde reinará a solidariedade, garantindo o pão para todos.
Um mundo de fraternidade que a todos oferecerá ensejo de revelar suas capacidades.
É tempo de investir na transformação do indivíduo. É tempo de deixar de permanecer alheios ao processo cuja eficácia é indiscutível na melhoria individual e social: a educação.
Cabe-nos, assim, o engajamento nessa luta contra a fome.
Voltemos nossa atenção para a escola. Eduquemos a criança no lar, desde pequena.
Naturalmente, é um projeto à longo prazo. Trata-se do preparo e cultivo do solo que, após os devidos cuidados, produzirá frutos de acordo com a sementeira feita.
Pense nisso!
Para atender a fome do corpo, basta um pedaço de pão.
Para atender a fome generalizada do ser humano, necessária se faz a luz da razão, que espanca as sombras de quem avança em sofrimento ou limitação.
E educação é o desenvolvimento harmônico de todas as faculdades do espírito, para que este se torne luz, adquira paz e exercite o amor.


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Como todo final de semana, uma mensagem de reflexão... simplesmente refletir...

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Em decisão inédita, Silvio Santos dá todo patrimônio como garantia de empréstimo.

Em uma ação inédita no mercado financeiro nacional, o empresário Silvio Santos deu como garantia para obter empréstimo junto ao FGC (Fundo Garantidor de Crédito) as suas 44 empresas, entre elas a rede de televisão SBT, a fabricante de cosméticos Jequiti, as lojas do Baú da Felicidade e a LiderançaCapitalização.

O aporte de R$ 2,5 bilhões foi feito para salvar o Banco PanAmericano, também do Grupo Silvio Santos, envolvido em um suposto esquema de fraude financeira que teria resultado em um rombo na instituição.
Em nota divulgada na tarde desta quarta-feira, o Banco Central informou que "em sua rotina de supervisão do sistema financeiro, detectou inconsistências nos registros contábeis do Banco PanAmericano."
Silvio Santos detém 51% do capital votante do PanAmericano. O restante está nas mãos da CaixaPar, subsidiária da Caixa Econômica Federal, que em dezembro do ano passado deu início ao processo de aquisição das ações do banco.
A operação custou R$ R$ 739 milhões e foi concluída em julho deste ano, após manifestação favorável do Banco Central. Por ser acionista minoritário, a Caixa não responde pela gestão e, portanto, não tem obrigação de pagar pelo desequilíbrio contábil da instituição.
O empresário terá 10 anos para devolver o resgate concedido pelo FGC, entidade formada pelos bancos brasileiros. Ele terá, ainda, carência de três anos para iniciar o pagamento do empréstimo, feito por meio de debêntures e remunerado pelo IGP-M. De acordo com o BC, o socorro ocorreu por meio de uma operação financeira privada e não contou com recursos públicos.
O presidente do conselho do FGC, Gabriel Jorge Ferreira, afirmou que é a primeira vez que um empresário se dispõe a entregar todas as empresas para pagar um empréstimo. "Nunca vi um empresário se colocar nessa situação. A disposição de entregar seu patrimônio é inédita", afirmou.

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/

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Nunca imaginei que um dia fosse ver um Brasileiro tão poderoso como o Silvio Santos, dar exemplo de honestidade, personalidade, caráter, desprendimento e ética.
Foi um gesto inédito no mercado financeiro!
Espero que os "grandões", percebam que por falha o colocaram neste rombo, mas com conhecimento de causa ele colocou todo seu patrimonio como garantia simplismente para não dar calote nas pessoas, será que outros fariam isto? O normal seria mais um golpe na praça, algumas manchetes de jornal, e daqui a pouco o total esquecimento. Alguém ainda se lembra do Banco Santos???????

Espero que os Marajás corruptos e os políticos sem escrúpulos se espelhem nessa atitude para termos um Brasil melhor.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

I Seminário de Perícias Médicas dos RPPS

Conforme o prometido, estou divulgando a programação do I Seminário de Perícias Médicas de Santa Maria.
Dra Zanita de Marco, Coordenadora Geral de Normatização e Acompanhamento Legal do Ministério da Previdência Social, virá de Brasília para nos auxiliar na elaboração do manual de unificação dos Procedimentos das Perícias Médicas, com grande possibilidade desse trabalho vir a ser normatizado pelo MPS.
Vamos todos aproveitar essa oportunidade de aprender e colaborar com a experiência de cada município.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Fato lamentável - Açucar no motor de Retroescavadeira Municipal

A política é uma ciência necessária, isso não se discute. Mas o que acontece depois das eleições é muito chocante!
Já se passaram 2 anos da eleição para Prefeito Municipal, mas o que aconteceu agora não se justifica.
Hoje de manhã, quando o operador de uma retroescavadeira do município foi sair para trabalhar a máquina estava estragada. Bom, até aí normal! A supresa veio quando o mecânico abriu o motor da máquina e achou uma SUPER quantia de açucar lá dentro!!!!!! O motor fundiu devido ao açucar!!!!
Pergunto: Quem perde com isso?????? O Prefeito?????? O dinheiro para recuperação dessa máquina vai sair do bolso do Prefeito???????
Gente isso é ridículo, intolerável,criminoso!!!
A população de Nova Esperança do Sul vai pagar a conta desse crime .
Meu único anseio hoje é trazer a tona os responsáveis por tal ato.

domingo, 7 de novembro de 2010

Seminário de Perícias Médicas

Somos sabedores dos grandes problemas e dificuldades no que tange aos atestados e laudos médicos em nossos municípios e por isso estamos conclamando a todos os Servidores Públicos, Prefeitos, Secretários, Vereadores,Dirigentes Sindicais, Médicos Peritos Municipais e Simpatizantes do tema para unir forças na elaboraração do manual de unificação dos procedimentos das perícias médicas em nossos municípios.
A elaboração desse manual ocorrerá paralelo ao I Seminário de Perícias Médicas dos RPPS-Santa Maria/RS e terá a Coordenação do  Dr Flávio Brum, Renomado Médico Perito da Prefeitura Municipal de Santa Maria.
O evento acontecerá nos dias 25 e 26 de novembro/2010, na Prefeitura Municipal de Santa Maria e ainda nesta semana publicarei o folder com toda a programação e formas de inscrição para o evento.
Enfatizo que este será um evento distinto e que no RS nossa região é pioneira nesse trabalho.
Quero deixar claro que não sou contra atestados e laudos médicos, quando se fizer necessário, pois pessoas adoecem, sofrem acidentes e têm familiares que necessitam de nossa ajuda em suas enfermidades,  mas precisamos de mais rigor nas perícias médicas municipais.
 E esse trabalho não  inicia apenas depois que o indivíduo se torna um SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL, mas na hora da contratação, quando nomeado por concurso público, ou contratado.
Pergunto: Quais são os exames médicos e avaliações exigidas nos municípios para ingresso no serviço público? Será que existe diferença do que é exigido nas esferas Estadual e Federal? Nem preciso responder!!!!
 Por isso os MUNICÍPIOS não podem mais cruzar os braços e fingir que não sabem que esse lapso vai acarretar despesas desnecessárias no futuro.
De qualquer forma os municípios irão arcar com essas despesas, pois  na hipótese em  o servidor em laudo médico recebe seu benefício pelo município, este vai ter um gasto que poderia ter sido evitado e se o servidor em laudo recebe seu benefício pelo RPPS (Regime Próprio de Previdência Social), o gasto do município também vai aumentar, pois no momento em que se realiza o cálculo aturaial o índice de laudos médicos interfere diretamente na alíquota de contribuição do município.
Pois bem, e daí? Problema do município se tiver que pagar mais??????
 Não mesmo! o Problema é  nosso, como servidores públicos municipais, pois quanto mais gastos com a previdência, menos dinheiro vai sobrar para nosso aumento salarial (não falo aqui de reposição), para nosso plano de saúde, nosso plano de carreir e nossa qualificação profissional.
E o problema também é da comunidade em geral, que tem os já minguados recursos financeiros diminuídos para investimento em obras, educação, saúde , lazer, etc...
Enfim, penso que é, ou pelo menos deveria ser de interesse e preocupação de todos nós,a diminuição com os gastos em atestados e laudos médicos desnecessários.
Está aí uma grande oportunidade de concretizarmos o marco inicial desse longo trabalho.
Vamos participar desse evento e nos abraçarmos em prol da questão em tela.




quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Atendimento ao público

Quando falamos em atendimento ao público logo pensamos na classe dos Funcionários  Públicos. Nossa "fama" é grande. Somos os testas de ferro desse assunto. Concordo que alguns merecem a fama que tem. Mas a maioria não.
Pois é, hoje, após uma consulta médica na cidade de Santiago, onde fomos muito bem atendidas, enquanto esperávamos o horário do ônibus para virmos embora, eu e uma amiga decidimos passar nosso tempo em algumas lojas, quem sabe até poderíamos ter comprado algumas "cositas", afinal o comércio em Santiago é bem mais amplo que em Nova Esperança do Sul. Só que voltamos de lá muito tristes com o atendimento nas lojas em que estivemos.
Numa primeira loja de calçados, chegamos e fomos abordadas pela vendedora, dissemos que queríamos olhar sandálias. Aí olhamos sandálias, do lado estavam os tênis, chinelos, bolsas, etc, mas que sufoco...Ave... a vendedora colou em nós, parecia que iria nos "peitar" de tão próxima! Queríamos olhar os produtos com calma, mas com alguém colado a você ficou complicado. Saímos....
Em outra loja olhamos na vitrine uma blusinha, entramos e logo a vendedora perguntou o que queríamos. Eu falei, aquela blusinha ali da vitrine, na cor branca. Ela perguntou: é para você? Respondi que sim e retornei a pergunta, tem? Eis a resposta: do teu tamanho não!!!!! Nossa, me senti uma legítima baleia que escapuliu do mar. Aí saímos, afinal a vendedora nem sequer perguntou se queríamos mais alguma coisa mesmo.
Depois fomos a uma "famosa" loja de tecidos e confecções, andamos, olhamos, percorremos toda a loja e aí....ufa... depois de uns 15 minutos lá dentro, fomos embora, NINGUÉM nos atendeu!!!!
Aí, debaixo daquele sol escaldante resolvemos ir até uma lacheria e tomar uma água geladinha. Nem sentamos, porque lá dentro estava pior do que na rua, estava mais quente e o único ventilador que tinha lá (não era ar condicionado), estava ventilando a operadodora do caixa.
Será que não está na hora de mudar essa mentalidade e  agir em prol dos clientes, do público que busca os produtos e/ou serviços ofertados nesse comércio?
Sei lá, talvez estivéssemos de "azar", pode ser que a maioria das lojas/empresas não tenham esse mesmo atendimento.
Mas uma coisa eu quero registrar: "E AINDA FALAM MAL DOS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS"!

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Reflexão

Para iniacrmos a semana de "trabalho", sugiro esse vídeo. E depois me digam se não vale a pena ser "PREGUIÇOSO"...

http://www.youtube.com/watch?v=P2-pSFSzLZc

òtima semana a todos nós

Feriado x Preguiça

 Segundo o dicionário virtual http://pt.wikipedia.org/, a preguiça pode ser interpretada como aversão ao trabalho, negligência, indolência, malandrice, morosidade, lentidão, pachorra, moleza.

O preguiçoso, conforme o senso comum, é aquele indivíduo avesso a atividades que mobilizem esforço físico ou mental. De modo que lhe é conveniente direcionar a sua vida a fins que não envolvam maiores esforços.
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Pois bem, me dói ser chamada de PREGUIÇOSA só porque usufrui de um feriadão. E isso por pessoas que PENSAVA serem cultas. Sim, pensava, porque acredito que quem chama de preguiçosos as pessoas que desfrutam de um feriadão, nunca tenha lido o real significado da palavra PREGUIÇA, não sendo, portanto tão culta assim.
Como muito bem escreveu a Elisandra em seu blog http://elisandraminozzo.blogspot.com/  "...Se dar ao luxo de conviver com a família, dar atenção aos amigos, aos pais velhos, estudar  e mesmo cuidar do jardim, não é vagabundagem..." e também  "...Tempo livre é um luxo sim, mas que se conquista. Sem dor na conciência quando sabemos que cumprimos honesta e dignamente nossa função na sociedade...".
Será que descansar um dia a mais na semana significa que somos negligentes, moles e avessos a qualquer atividade física ou mental? Ou seria preguiçoso aquele cidadão, que mesmo cumprindo 8 horas de "trabalho" diariamente , ainda assim continua sem fazer quase nada, ou nada!E olha que isso é muito comum e nem precisa ser feriado.
E outra, porque é que quando a gente trabalha nos sábados, domingos, quando traz trabalhos para casa para terminar a tarefa e cumprir a função, ninguém se lembra de tecer um comentário? Nem falo de elogiar, apenas comentar e RECONHECER!!!!!
Mas é compreensível, o ser humano, por mais esperto e inteligente que se ache, ele sempre alardeia aos quatro cantos aquilo que julga errado, mas não se lembra de elogiar algo relevante, a não ser quando for em proveito próprio.